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Thread: Battle between whores (not in english)

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    January 10th, 2004
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    Sorry to the members for this posting in portuguese. Please read my post on the Story of Rennee 11, to understand why I put here such story.


    Esta noite, no Paradiso Club, um bar de putas do maior distrito vermelho da cidade, situado junto ao rio, elas s?o muitas, mesmo muitas, uma vez que ? nesse local que todas as noites se reunem as mulheres da zona a fim de dar contas aos bosses.
    O bar hoje j? fechou e enquanto os patr?es no piso de cima, conversam com os chulos e contam a receita do dia, as gajas c? em baixo na sala, est?o na confraterniza??o.
    H? l? mulheres que trabalham em v?rios dos bares e casas da zona, outras da rotina da rua, mas o maior n?mero s?o as do Caf? Moreno e as da casa da Dona Ruivinha, dois dos maiores locais de putedo do bairro. S? do Caf? Moreno chegavam a vir para cima de 80 mulheres, mas nessa noitei encontravam-se ali apenas cerca de 50. As da casa da Dona Ruivinha eram menos, talvez umas quarenta, mas relativamente a todas as outras casas eram de longe as mais numerosas.
    A certa altura, num dos cantos da sala, junto a uma mesa, nota-se uma pequena confus?o, vozes alteradas a falar mais alto e uma das putas da Ruivinha diz para a outra:
    - ? grande cabrona, mijona, puta reles .... Ent?o tu pensas que ficas com o nosso chulo ! Tu ?s ? louca, que o nosso chulo ? s? nosso !
    - O qu? ? O qu? ? Eu queria l? a merda do teu chulo para alguma coisa ...
    - N?o querias ? ? grande vaca ! Ent?o tu n?o julgas que eu n? te vi ali ? esquina com ele a dar-lhe o teu ... sim, a merda do milho que fizestes hoje quando fostes foder para o beco, l? para o canto do costume. E para o convenceres mesmo enquanto lhe davas o bago, fazias-lhe um trabalhinho com a m?ozinha ...
    - O qu? ! Minha vaca ! Ent?o tu estavas a espreitar-me, minha vaca, cabrona, nojenta, puta ...
    - Ah ah puta ? Sou t?o puta como tu. Putas somos todas n?s.
    - O qu? ? Eu puta ? Puta ?s tu ! Eu sou uma trabalhadora especializada, diplomada em fodas ... E se vens outra vez a insultar-me olha que te vou a fu?a que te mato ... minha reles, mijona, merdosa ...
    - Puta !
    - Espera a? que eu j? te digo. Aaah Vou-te ? fu?a, vou ! Ora toma !
    E ainda mal acabara de falar j? se ouvira por toda a sala o ruido de uma grande estalada.
    TRAS !
    Por alguns segundos foi o sil?ncio, e ent?o na sala ? o grande escarceu
    - Olha, olha, olha a grande puta tem claque ... - diz a Ruivinha quando v? as colegas e amigas da outra a juntarem-se atr?s dela.
    - Ent?o e tu minha mijona, - responde a Morena - n?o vistes j? todas as cabronas do teu chulo atr?s de ti ...
    - Olha pois est?o mesmo . O amigas, vamos a elas, que ? para aprenderem duma vez por todas quem ? que manda aqui ...

    E ? a baita confus?o, as mulheres v?o-se todas umas ?s outras, no meio duma barulheira infernal de insultos e pragas.
    As de outros grupos e bares, que n?o querem tomar partido, fogem em desordem, quase se atropelando, para as escadas que d?o ao piso de cima ou tentam sair pelas portas de tr?s que davam para as cozinhas e lavabos, de forma a n?o serem apanhadas no meio do fogo cruzado entre as Ruivinhas e as Morenas, que dado o numero de raparigas que se enfrentam e o amor que tem umas pelas outras, promete ser violento.

    J? aqui uma puta Morena, uma merdosa baixinha e magra ? atacada por uma Ruivinha que lhe d? com viol?ncia com uma garrafa nas fu?as; o sangue espirra do nariz da merdosa, ela cai ao ch?o estonteada e logo leva um pontap? nos costados, dado com a ponta da bota, que lhe parte duas costelas e a deixa toda estirada.
    Deste lado uma Ruivinha puxa com toda a for?a os cabelos de uma Morena; esta Ruivinha ? forte e logo rasga com violencia a blusa da Morena, agarra-lhe nas tetas, puxando-as, e chegando-se para a frente logo lhe morde as tetas donde come?a a correr sangue.
    A Ruivinha cospe o bocado da teta que arrancou ? outra, mas a Morena furiosa n?o se fica e d? uma grande cabe?ada nos queixos da Ruivinha, que estonteada come?a a abanar com a cabe?a de um lado para o outro. A Morena vendo isto, logo lhe mete a m?o por baixo da mini-saia, puxa-lhe a cueca ao mesmo tempo que lhe agarra nos pintelhos, puxa-a pelos pintelhos com violencia para o ch?o e depois pondo-se por cima da Ruivinha, d?-lhe com raiva tr?s saltos em cima. De tal forma violenta ela lhe salta em cima do ventre, que o mijo esguichou logo pela vulva e come?a a espalhar-se pelo ch?o. A Ruivinha fica estendida gritando de dor, at? que acaba por ser calada por um pontap? na cabe?a que lhe d? outra Morena.
    Daquele lado ? uma Morena que pega numa cadeira e d? com ela com toda a for?a nos costados de uma Ruivinha; a Ruivinha cai no ch?o, vindo logo do outro lado outra Morena que lhe d? um grande pontap? na fu?a, que a deixa inanimada e com o nariz partido, esguichando sangue.
    Eis agora que deste lado uma Ruivinha, mulher baixota mas musculosa, levanta a saia, saca duma liga uma navalha de ponta e mola e abrindo-a logo se atira a uma Morena gorducha que est? mesmo defronte dela e d?-lhe um golpe profundo no ventre que est? desnudado, pois ela usa apenas um top acima da sainha que s? chega uns cinco dedos abaixo do umbigo.
    A lamina entra toda at? ao cabo no lado esquerdo do ventre e a Ruivinha tr?-la at? ao lado direito num lento golpe horizontal por baixo do umbigo, s? ent?o a extraindo da barriga da outra. O sangue e a merda escorrem juntamente com as tripas cortadas de dentro da Morena, enquanto esta cai lentamente, primeiro de joelhos e depois para tr?s, ficando estendida de costas, estrebuchando e esvaindo-se.
    N?o contente com isso a Ruivinha pega pelos cabelos a uma Morena muito magra, quase esquel?tica, que vai a passar, deita-a abaixo com uma forte cabe?ada, seguida de uma joelhada entre as pernas, e quando ela cai de barriga, enfia-lhe a cara no rasg?o cheio de merda e sangue na barriga da outra que acabou de ser desventrada, gritando:
    - Grande puta merdosa, vaca, cabrona, morre a? sufocada na merda da tua amiga - depois para acabar o servi?o, ainda lhe d? um violento golpe no cacha?o e para ali a deixa meio sufocada pelas tripas da colega.
    Para o outro lado, uma Ruivinha apanha do ch?o, por baixo dos bra?os uma Morena que acabou agora mesmo de estra?alhar a pontap? e atira-a violentamente contra a parede. Ouve-se ruido de ossos a partirem-se e a rapariga cai, ficando toda torcida junto ? parede.
    Na sala do bar ? grande o reboli?o.
    H? mesas emborcadas, cadeiras no ar, lou?as e vidros estilha?ados, copos e garrafas s?o arremessados ou usados como armas, tiram-se facas da gaveta do balc?o, rapam-se de navalhas presas nas ligas ou nos el?sticos das cuecas.
    J? uma Morena pega num copo partido e enfia-o com viol?ncia no meio da mama esquerda de uma Ruivinha que j? est? nua da cintura para cima, apanhando-lhe o mamilo. O sangue espicha-lhe para a cara e ela lambe-o gostosamente
    - Olha o teu sangue, olha aqui , grita, enquanto a outra tomba no ch?o estrebuchando, com o copo espetado na mama; o sangue escorre pela mama at? ? barriga e da? para o ch?o onde se mistura com o mijo e mais sangue das raparigas j? feridas e derrubadas.
    Entretanto por toda a sala os dois grupos de put?fias continuam a lutar furiosamente, e ? dificil dizer para que lado se est? a inclinar de momento a sorte do combate, apenas se consegue perceber que j? est?o cerca de uma duzia de mulheres mais ou menos feridas estendidas no ch?o, estando tr?s ou quatro, sem a menor sombra de duvida, mortas ou moribundas. Mas este numero de baixas deixa ainda quase 80 raparigas de p?, prontas a desfazerem-se umas ?s outras, sendo de esperar a breve trecho o aumento da carnificina.

    Entretanto o ruido da luta logo tinha atraido todos os bosses e chulos reunidos no escrit?rio do primeiro andar. Debru?ados da balaustrada do corredor que circundava a sala, contemplavam extasiados a imensa massa de corpos femininos, ainda quase todos mais ou menos vestidos, que se agitava l? em baixo, como um grande lago de ?guas revoltas.
    A paix?o pelo jogo de que todos eram possuidos, foi mais forte que a tenta??o de tentar separar as mulheres e rapidamente as apostas come?aram a circular e a subir de parada.
    - 30000 em como as Morenas exterminam as Ruivinhas !
    - 40000 em como ? exactamente o contr?rio, responde um gorducho de charuto, as Ruivinhas v?o dar cabo das Morenas
    - Ponho mais 10000 pelas Morenas !
    - Subo a 50000 pelas Ruivinhas !
    Mas n?o s? as apostas sobre o final da luta entusiasmava os homens, os combates individuais entre algumas raparigas mais conhecidas ou que se tornavam mais notadas por qualquer pormenor, desencadeava uma onda momentanea de apostas, que rapidamente faziam enormes quantias mudarem de dono.
    - 5000 na do bolero encarnado que est? ? porrada com aquela do top branco !
    - Subo 1000 pela do top !
    - Rebenta-a miuda, n?o me deixes ficar mal ! ... Porra a gaja foi-se abaixo, berra o homem, quando com v?rios socos ?s mamas e cara, a do top branco p?e a de vermelho KO.
    - Passa para c? o bago, diz o outro, nestas coisas n?o se fia ....
    - Olha-me aquela, voc?s v?m aquela tipa ali ao lado ... aquela que est? junto ? porta !
    - A da camisola azul ? Que j? n?o tem saia ?
    - Sim essa ! A tipa ? boa ... olha o que ela est? a fazer ?s mamas da outra ... 500 em como ela lhe rebenta as mamas !
    - Pouca sorte ! A tipa rebentou mesmo as mamas ? outra ... e nem deu tempo para apostar.
    Realmente nem dava tempo para apostar, pois as mulheres batiam-se com tal gana, que nenhum combate demorava muito tempo a acabar com uma delas deitada por terra.
    Aqui uma Morena pega numa garrafa que estava no balc?o, parte-lhe com viol?ncia a parte do fundo, brande-a em riste e atira-a pelo ar atingindo a cabe?a de uma Ruivinha que cai, com o cabelo a empastar-se de sangue. E a Morena grita:
    - Puta, merdosa, morre, esvai-te para sempre. Querias o nosso chulo, querias, eu j? te dei o chulo, cabrona. Chuleca.
    Uma Ruivinha baixa-se e agarra com viol?ncia uma m?o cheia dos compridos pintelhos de uma Morena que est? no ch?o, gritando de dor, a saia toda levantada, as cuecas rasgadas caidas nos joelhos, a cara feita num bolo, e com tal for?a os puxa que quase cai para tr?s quando os arranca pela raiz deixando-lhe o monte bastante ensanguentado. Depois, virando-se de repente para o lado, ela esfrega o grande molho de pintelhos que acabou de arrancar, na cara de uma outra Morena, dizendo:
    - Anda, cheira o bacalhau, cheira o bacalhau da merdosa da tua amiga, cheira a cona ... cheira ...
    A outra meio sufocada e engasgada com os pintelhos que lhe entram pela boca e nariz, mal se defende e a Ruivinha d?-lhe um grande murro nas ventas que lhe faz logo saltar o sangue da boca de mistura com bocados de dentes.

    J? alguns corpos se amontoam junto ?s paredes depois de v?rias raparigas terem sido arremessadas de forma a bater violentamente contra elas, ou encostadas para depois serem mais efectivamente espancadas pelas advers?rias, uma vez que na impossibilidade de recuarem, os murros entravam pelas barrigas adentro, esmagando mais facilmente os org?os internos comprimidos entre o punho e a parede. Dada a viol?ncias das pancadas, n?o era de estranhar que fosse entre estas mulheres que se encontrava o maior numero das que se tinham mijado ou cagado. Uma Morena quase nua, apenas de meias, aparentando estar em estado de choque, encostada de costas ? parede, ao longo da qual escorregava lentamente depois de ter levado para cima de 30 pontap?s na barriga, de uma mulher cal?ada com botas, n?o aguentara o castigo, e por entre as pernas abertas e pela parede abaixo escorria a papa castanha clara das fezes, j? marcadas por laivos do sangue originado no traumatismo sofrido pelos intestinos.

    Neste momento uma Morena para melhor se mexer despe a saia comprida que usava, tira duma bainha presa ao el?stico das cuecas, uma pequena faca, e indo por detr?s de uma Ruivinha, logo lhe enfia a faca nos costados. A ruiva vira-se num repel?o, mesmo com a faca enterrada nas costas e atira as m?os ao pesco?o da outra come?ando a apertar, a apertar, com todas as for?as que ainda lhe restam. A lingua da Morena espicha-se para fora da boca aberta, os olhos esbogalham-se como que a sair das ?rbitas, e a Ruivinha grita-lhe:
    - Morre puta ! Vais-te juntar ? merda que est? no ch?o - e enquanto fala d?-lhe um t?o forte apert?o ao pesco?o, que ao mesmo tempo que se ouve um forte CRACK! do pesco?o a partir, ouve-se um estrondoso peido, e o mijo e a merda soltam-se pelas pernas da Morena abaixo. Depois atira o corpo para longe, por cima do balc?o, onde a mulher j? morta se vai estatelar contra os espelhos da parede do fundo e cai depois para o ch?o atr?s do balc?o, no meio de uma chuva de bocados de espelho.
    Mas a Ruivinha n?o goza por muito tempo a vit?ria. Ainda apanha de sobre o balc?o uma faca, mas enfraquecida pela perda de sangue n?o consegue resistir ao ataque furioso de uma das mais novas das Morenas, uma rapariga de 16 anos, que mesmo desarmada n?o hesita em se atirar a ela. Agarrando-lhe o bra?o armado pelo pulso, a garota empurra-a para o balc?o e depois quando a encosta, atira-lhe uma joelhada entre as pernas que a levanta, seguida de uma terrivel cabe?ada no meio da cara que a faz cair de costas sobre o tampo do balc?o. A pancada no tampo acaba por lhe enfiar a faca que tinha meio cravada e o sangue que lhe come?a a sair pela boca, logo indica que o pulm?o fora atingido. A outra ent?o, baixa-se e agarrando-a pelas duas pernas, f?-la passar por cima do balc?o e ir cair atr?s deste, mesmo em cima do corpo da Morena que acabara de liquidar.
    N?o eram de resto apenas estas duas que a? se encontravam, pois entre a parede e o balc?o, acumulava-se j? uma pequena pilha de corpos de raparigas dos dois grupos, para a? lan?ados sempre que possivel, a fim de desimpedir o ch?o da sala e permitir o melhor movimento das combatentes.
    Dado a estreiteza do espa?o e o amontoado em pilha tornava-se dificil avaliar o real numero de corpos que l? se encontravam, mas que nunca seriam menos que 12 a 15, atendendo a que a altura da pilha atingia mais de metade da do balc?o. Viam-se a sair da pilha, v?rias pernas, umas com meias cheias de malhas, outras desnudas, bra?os tombados, uma ou outra cabe?a de boca e olhos abertos, vidrados, uma enorme mama pendurada dum peito semi descoberto, tudo salpicado de sangue, que de resto fazia no ch?o uma muito razo?vel po?a. Uma massa ensaguentada de visceras saia de um lado, de dentro da pilha, pingando sangue para o ch?o, indicando que pelo menos uma das raparigas da pilha fora estripada pela advers?ria que a eliminara.

    Do outro lado da sala uma Morena vem por detr?s de uma Ruivinha que se encontra com um bra?o partido, pendurado, depois de uma advers?ria lho ter torcido para as costas. A rapariga n?o o pode quase mexer e agarra-o com a outra m?o, mas mesmo assim ainda luta, usando as pernas para pontapear ferozmente todas as inimigas que encontra pela frente. A Morena ent?o agarra-lhe o bra?o partido e puxa-o com toda a for?a para tr?s fazendo a outra urrar de dor. Com um coice a Ruivinha consegue afastar a advers?ria levando-a a largar-lhe o bra?o e ao mesmo tempo volta-se tentando enfrentar-la. Mas a Morena espera-a e desfere-lhe um potente pontap? nos queixos que a projecta para tr?s e trope?ando num corpo tombado, cair ao comprido no ch?o. Logo a Morena aproveitando lhe aplica outro pontap? desta vez no baixo ventre que a deixa inanimada.
    Mas uma Ruivinha que se encontrava sentada no ch?o perto dela, apanha uma faca que a? estava caida e d?-lhe um golpe que a apanha numa perna fazendo-a cair. De seguida a Ruivinha agarra a Morena pelos cabelos e puxando-os inclina-lhe a cabe?a para tr?s e passa-lhe a faca pela parte da frente do pesco?o. A Morena cai de lado jorrando sangue do enorme golpe que quase a degolou e fica no ch?o a estrebuchar at? se imobilizar.
    Mais ? frente uma Morena luta bravamente com uma Ruivinha. Ambas est?o ajoelhadas, empoleiradas em cima dum amontoado de corpos de diversas raparigas j? postas fora de combate e est?o lutando com os corpos bem agarrados, cada uma delas agarrando com as duas m?os as mamas da outra. Est?o ambas j? completamente nuas e num repente a Morena tr?s uma m?o para baixo e com um golpe r?pido enfia dois dedos de unhas afiadas na vagina da Ruivinha que grita ao sentir-se rasgada. Grita mas n?o se fica e trazendo tamb?m uma m?o para baixo, mete-a entre as pernas da outra e agarrando com raiva os pintelhos logo lhos come?a a puxar com violencia, enquanto que a outra m?o se finca na mama, os dedos enclavinhados como garras. A Morena uiva e tirando os dedos do interior da vagina da Ruivinha agarra-lhe tamb?m os pintelhos e tenta arrancar-lhos. A Morena puxa e a Ruivinha grita. A Ruivinha puxa e a Morena grita.
    - Cabrona, puta, anda c? que tu vais ver, vaca ..., grita a Morena.
    - Vaca ?s tu e tu ? que vais ver como elas te mordem ..., responde a Morena ao mesmo tempo que arranca um bom punhado de pintelhos, - v? l? se gostas que te vou p?r careca ... ...
    Mas uma outra Ruivinha vem pelas costas da Morena e enfiando-lhe um joelho no fundo da coluna, puxa-a e obriga-a a largar a advers?ria para se tentar equilibrar, o que n?o consegue, acabando por cair de costas no ch?o com as duas pernas levantadas e apoiadas no monte de corpos onde estava encavalitada. Logo as duas Ruivinhas se atiram para cima dela e enquanto a segunda mulher a pisa desalmadamente com o salto do sapato, na barriga e nas mamas, a que estava a lutar ataca-lhe a cara a murro, pondo-lha rapidamente num autentico bolo, os olhos negros, o nariz e dentes partidos, sangue por toda a cara. Uma ultima pisada da segunda Ruivinha em cheio na cara acaba de vez com a Morena ao enfiar-lhe o salto alto do sapato pelo olho esquerdo adentro. Depois, deixando o corpo destruido da Morena estendido, as duas Ruivinhas avan?am para outras advers?rias.

    Os gritos na sala v?o aumentando, pois se os corpos caidos s?o muitos e dispostos nas mais diversas posi??es, aqui deste lado de c? da sala, ainda h? mulheres a lutar e elas sao muitas, vigorosas e fracas, altas e baixas, gordas e magras, velhas e novas, mas todas enraivecidas e dispostas a acabar de vez com as advers?rias, e acompanhando essa raiva com gritos de incitamento ou de provoca??o, que se misturam com os gemidos de dor das feridas e moribundas. Neste momento quase todas j? est?o armadas, sen?o com navalhas, pelo menos com todas as coisas que puderam arranjar, tais como garrafas e copos partidos, facas e garfos que estavam sobre as mesas, at? com bocados partidos do espelho do bar, que elas brandem como armas, defendendo-se ou atacando. Aqui uma Ruivinha enfia com violencia uma garrafa no meio da testa de uma Morena que grita e cai no ch?o, com o sangue a escorrer saindo como em golfadas.
    - Parece que a gaja se est? a mijar dos cornos, grita a outra - ? mais mijo que tens nos miolos cabrona.
    Brandindo agora uma faca pequena e agu?ada, outra Ruivinha vira-se para o lado e enfia a faca no meio do pesco?o de uma Morena, enfia e tira ao mesmo tempo que lhe d? uma grande p?sada que a atira para longe, estrebuchando enquanto asfixia.
    Tambem agora deste lado uma Morena mete o gargalo de uma garrafa com toda a for?a na cona de uma Ruivinha j? s? com sapatos e meias, mas ainda com uma navalha presa a uma liga, perfurando-a. O sangue escorre pelas coxas desta mulher que escorrega para o ch?o. N?o contente com isto, apanha-lhe a navalha, p?e-se sobre ela e enfiando-lhe a navalha abaixo do umbigo, abre-lhe a barriga desde baixo at? ao osso do peito, e logo come?a a remexer nos intestinos, retalhando-lhos, donde se expele a merda que lhe suja as m?os todas; e ela gostosamente mexe em toda aquela merda do interior da barriga da outra mulher que acaba de matar.
    Vendo isto, logo uma Morena pega numa Ruivinha j? muito esfacelada e ensanguentada, com quem lutava e trazendo-a para junto do corpo estripado, afocinha-lhe a cara nessas entranhas desventradas, nessa barriga meio esvaziada, nestes intestinos cheios de merda escorrendo e diz :
    - Anda come a merda, afocinha a?, mergulha na merda, minha merdosa. V? l? se gostas quando te fazem o mesmo que ? bocado fizeste ? minha amiga.
    E para fazer o trabalho completo, d?-lhe uma terrivel cutilada na nuca e a rapariga l? fica com a cabe?a metida em todo aquele monte de visceras meias caidas para o ch?o, cobertas de merda e de sangue.
    Daquele lado uma mulher da Dona Ruivinha apanha por detr?s uma Morena, enquanto grita para outra : - Eh amiga, anda c? tu amiga, vamos as duas tratar aqui desta cabrona, desta vaca, que ela nunca mais tenta fazer nenhum broche a nenhum dos nossos homens.
    E logo ali as duas, olhando uma para a outra, come?am a soc?-la dum e doutro lado; v?o-lhe dando murros sucessivos nas mamas e na cara, e a certa altura enquanto uma lhe mete as m?os e bra?os para tr?s e a prende, a outra esmurra-a pela frente e diz :
    - Ham ! Com que ent?o querias mamar nos nossos homens ! Pois nunca mais fazes broches aos nossos, nunca mais ...
    E dizendo isto, desfere-lhe tr?s devastadores murros na boca, seguidos de um forte murro no estomago em que a m?o quase se enfia no corpo da outra. No v?mito que se segue a mulher espele todo o conteudo do estomago, num jacto amarelado que rapidamente se torna vermelho pelo sangue que lhe corre na boca, ao mesmo tempo que cospe uns atr?s dos outros todos os dentes da frente. Mas a Ruivinha ainda quere mais e berra :
    - E nenhum deles te vai ao cu. Est?s a ver ? Querias que te fossem ao cu ? Eu j? te digo o que ? que fa?o ao teu cu.
    E com toda a violencia atira-a ao ch?o, e enquanto a colega a subjuga, enfia-lhe uma garrafa pelo cu acima. De seguida d?-lhe uma terrivel patada a meio das pernas, quebrando a garrafa no interior do anus da outra.
    Depois as duas deixam-na estendida, esvaindo-se em sangue que tenta parar com as m?os e afastam-se. Mais adiante uma Ruivinha armada com um garfo luta furiosamente. Esta mulher j? est? muito ensanguentada, tem o nariz esfacelado, um olho meio esmagado, o sangue que correu est? seco junto ? boca. A Morena com quem luta tamb?m est? muito maltratada, tem uma mama toda roxa, meia caida de lado, o pesco?o com v?rios cortes e coxeia de uma perna.
    E a Ruivinha diz-lhe :
    - Com que ent?o o merdosa, ? desta que tu me deitas abaixo ? Olha que as tuas amigas n?o conseguiram e j? dei cabo dumas quantas !
    A Morena furiosa, aplica-lhe violenta joelhada na cona, mas a Ruivinha esquiva-se e d?-lhe uma forte golpada na mama j? meio rebentada e dorida. A Morena grita e atirando-se para a frente diz : - Oh tu puta, quem pensas tu que ?s ? A super-mulher ? Fica sabendo que n?o fodes mais nenhum homem ou nenhuma mulher porque eu te vou matar.
    E baixando-se, apanha do ch?o uma faca que a? se encontrava, e no mesmo movimento quando ao levantar, tr?s a faca para cima e espeta-lha na garganta, por baixo do queixo, perfurando-lhe a lingua e cravando-a no c?u da boca, matando-a instantaneamente.

    Por detr?s desta Morena posiciona-se no entanto j? uma Ruivinha que agarrando uma garrafa de cerveja por baixo, se abaixa e dando um golpe rapido lhe introduz o gargalo pela cona dentro. Depois essa mulher e outra colega, agarram a Morena por baixo dos sovacos, levantam-na e pondo-a por cima dum banco do bar, baixam-na com toda a for?a. O fundo da garrafa ainda metida na Morena, bate no banco e a for?a da pancada faz com que a garrafa penetre inteiramente pela vagina da outra at? ir bater no utero. Depois atiram-na do banco abaixo j? com sangue a sair pela vagina. Como ao cair a garrafa saisse um pouco para fora, uma das Ruivinhas aplica-lhe dois fortes pontap?s que a faz definitivamente encravar-se no utero, rasgando-o com a rolha met?lica. A Morena grita de dor e revolve-se no ch?o tentando inutilmente libertar-se daquela coisa que a perfura, mas a outra Ruivinha vem pelas costas e atira-lhe um pontap? na nuca que a atira para a frente fora de combate. Os corpos no ch?o s?o muitos, mas ainda h? algumas mulheres de p? e mesmo outras que se soerguem, mulheres que se insultam umas ?s outras, enquanto fazem a defesa dos respectivos chulos:
    - Oh puta merdosa com que ent?o querias que o nosso chulo te fosse ao cu ! Querias !
    - Cabronas de merda, voc?s ? que nem para levar no cu servem. Se ele vinha ao nosso cu ? porque o de voc?s ? uma merda ...
    - Uma merda ! N?s somos as melhores em tudo ...
    - Isso queriam voc?s, mas ele vem-nos dizer que nem uma mamada voc?s fazem de jeito ...
    - Chuleca de trampa, vamos ? acabar com esta merda de uma vez por todas.
    E a batalha continua.
    O meio da sala unico sitio onde ainda uma duzia de mulheres luta furiosamente, ? tamb?m a parte que est? mais apinhada de corpos amontoados, mas por todo resto da sala h? corpos caidos, aqui e ali encostados ?s paredes, empilhados atr?s do balc?o, meia duzia de corpos por cima de mesas, outras mesas viradas ao contr?rio, algumas com as pernas desencavadas, outras com as pernas espetadas para o ar, onde em duas delas, duas mulheres foram empaladas, tendo mais de metade da perna da mesa metida pelo corpo dentro. Os corpos mortos, esvaziados do sangue que inunda o ch?o, mantem-se de p? quais bonecos de fantoche, uma com a cabe?a tombada para tr?s e os olhos esbugalhados, outra tombada para a frente, mas ambas sustentadas pelas madeiras que as perfuraram at? bem acima. H? cadeiras tombadas e partidas pelo ch?o. Os vidros e espelhos do balc?o est?o todos partidos, as garrafas das prateleiras est?o quase todas tombadas.
    Por todo o lado h? h? mijo, merda, sangue. H? um cheiro intenso no ar, adocicado do sangue, acre e f?tido da merda e do mijo.

    Nas varandas os homens continuam a apostar, agora mais forte do que nunca, dada a vis?o do iminente fim do combate, pois das 44 mulheres do Caf? Moreno e das 37 da Dona Ruivinha que tinham iniciado a refrega, apenas subsistiam de p?, 9 das Morenas e 5 das Ruivinhas !

    Fim da primeira parte.


    If there are here some members that read portuguese and are interested in the second part, please tell me.
    gerardesca

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    Sorry for the post
    Feel free to erase it when you wish
    No offense, it is my fault.
    gerard

  3. #3
    HB Forum Owner MikeJV's Avatar
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    I mean no offense, but because i don't reat port, and most of the other members here don't (a far as i know) I'm only going to leave this up until the end of the week, Monday morning I'm going to delete it. If anyone here can translate it into english, I'll be happy to have it here.

    It's NOT personal, just being fair to everyone since this is an English speaking board.

    Readers: if you want this story, save it while it's here.

    MikeJV (Owner/Mod)

  4. #4
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    Dear Mike,
    I understand your position here. But I don't want to let the occasion pass without noting to all that for some years Gerard as Gerardesca ran one of the finest multinational sites with stories posted in Portuguese, Spanish, English, German, etc, as well as with a very good gallery. I was sorry to be unable to find the site when I checked in last. Gerardesca also ran a special site with entry limited to respected writers.
    The stories in English were so good that I began muddling through the others with my so-so German. With a dictionary and a grammar I could get the gist of the Portuguese, enough to become really involved in a story entitled "Louisa and Marie"--unfortunately only the first three episodes were printed.
    For myself, I will copy the story in case anyone later want to have it, and when and if I have time rough out a translation.

  5. #5
    Hostboard Member
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    Dear Gerard,

    Would you have the ensuing episode(s) of Louisa and Maria that I mention in the above reply. If so, I would appreciate your sharing them with me.

  6. #6
    HB Forum Owner MikeJV's Avatar
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    As all can see, the story is still here. The weekend i was going to delete it, was HECKITIC, nd I totally forgot about it.

    I know of his site, (and him for quite a while) and have read many of the stories he's posted in english. Since there seems to be enough interest in it, and you said you can translate it to english (even if not well) so I'll leae it up, atleast until it's translated to english.

    MikeJV

  7. #7
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    Thanks to Cherrytree for the references and to MikeJV for their understanding and patience.
    As Cherrytree had show intention to translate the story I think that after all, it is more simple for me to try a understable translation and save Cherry of the insane work that is read a unknown foreign language only with a dictionnary and a grammar. I do that once for a Dane book with a JTEdson's fighting story that I didnt found in english, and it is a fool task. And today when I have to read japanese texts I became sick only to think that such work must be done.
    So I begin a translation that I think readable, changing here and there for the slang and colloquial expressions. If Cherry will be eager to correct the text, the work will be a fraction.
    A little correction; "Luisa e Maria" was a story by Gianfry, in italian, not in portuguese, and he never send nothing more to me.
    All the spanish stories and much more by Alegria are now available at the author's site.
    After that first aventure of the Arena de Gerardesca there was others, but all always shut down by the server's owners. But from these sites remain a great collection of mass fighting stories unluckily all in portuguese. At moment on a Yahoo group (not in femalemassfight but in elassaosanguinarias) it is possible find some, besides stories of others authors, like one about a fight between two classes in a fencing school: 2 teachers and 50 young disciples in a fabulous butchery.

    So the first part of the story in a semi-readable semi-english. I will put the others parts as they are ready if you understand this.
    And Mike sorry for the confusion that I bring forth to your forum.

    A BATTLE BETWEEN WHORES

    This night, in Paradiso Club, a prostitutes bar in the largest red district of the city, close to the river bank, the women are many, even many, once it is at that place that all the nights meet the women of the area in order to give their bills to the bosses.
    The bar today is already closed and while the bosses at the top floor, talk with the pimps and count the income of the day, at the ground floor the whores are in joyful confraternization.
    There are women that work in several of the bars and houses of the area, anothers do her job on the streets, but the largest number is the girls of the Coffee Moreno and the ones of Dona Ruivinha's house, two of the largest places of the business in the neighborhood. Only of the Coffee Moreno come normally upward to 80 women, but in that night they were there just about 50. The girls of Dona Ruivinha's house were lesser, maybe some forty, but relatively to all the other houses they were from a distance the most numerous.
    At a certain point, in a corner of the room, close to a table, it is noticed a small confusion, voices altered speaking high pitched and one of the prostitutes of the Ruivinha says for the other:
    - "Great b###h, pisser, mouthf###er .... Then you leaning that you are with our pimp! You are crazy, that our pimp is ours, and only ours!
    - What ? What ? I wanted the shit of your pimp for some thing .....
    - Didn't you want? Great cow! Then you don't think I saw you in the alley corner with him giving your money ... yes, the shit of the money that you did today when you are going to f### to the back alley. And to convince him even while you gave him the money, you made him a little work with the hand...
    - What ! Cow! Then you were peeping me, my cow, b###h, whore...
    - Whore ? Me ? I am as whore as you. Whores are all us ....
    - What ? Me a whore ? Whore is you! I am a specialized worker, graduate in f###s... And if you come again to insult me looks that I am going to your face that I kill you... b###h, pisser, heap of shit...
    - B###H !
    - Wait that I already tell you as they bite. Aaah ! I am going to your snout, yes I go! Now takes this !
    She has just spoken and already in the room the sound of a big slap .
    TRAS !
    For some seconds it was the silence, and then suddenly in the room it is the great ripple.
    - Look, look, the great b###h has claque... - says the Ruivinha when she sees the other's friends join behind her.
    - Then and you, dirty pisser, - the Morena answers - you didn't ! See all the b###hes of your pimp behind you...
    - Hey, it looks they are really. Hey friends, we are going to them, for they learn once and for all who is those who rules orders here...

    And it is the huge confusion, as the women clash all together, in the middle of an infernal uproar of insults and curses.
    The other groups' women, that don't want to take party, flee in disorder, almost running over, for the stairways that give to the top floor or they try to leave for the doors of back, for the kitchen and restrooms, in way that they be not picked in the middle of the crossed fire between the Ruivinha's and the Morena's, and for the number of girls that are faced and the love that considers ones for the others, promises a bit of violence.

  8. #8
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    Here's a liberal re-phrasing of your translation. By the way, I'm an Edson fan, too, and have several of his novels. Which one were you looking for? I could excerpt the fights.

    The Great Whore War at the Club Paradiso

    One night, close to the riverbank in the city?s largest red light district, a prostitutes? bar, Club Paradiso, was crowded with whores who had come to collect their pay from the bosses. The bar was already closed. While the bosses and pimps talked and counted up their day?s take on the top floor, on the main floor the whores fraternized. Some of these women worked in the bars and small houses of the area, others worked the streets, but most were from either the Cafe Moreno or Dona Ruivinha's place, two of the largest whorehouses in the neighborhood. The Cafe Moreno alone employed nearly eighty although tonight there were only fifty or so present. Dona Ruivinha's house had around forty whores.
    Suddenly, at a table in a corner of the room, voices rose in pitch and volume as one of Ruivinha?s girls shouted at a Moreno whore.
    ?You goddamn cocksucking pisspot! You?ve got your head up your ass! That pimp is ours!?
    ?What are you talking about??.?
    ? Don?t act like you don?t know, cunt. I saw you give him money in the alley where you do your fucking. And then I saw you give him a hand job.?
    ?What ? Cow! Were you spying on me, you bitch? You lousy whore!?
    ?Whore ? Me ? I?m no more a whore than you. We?re all whores here, dumbass.?
    ?I?m no whore. You?re the whore. I am a specialist, a graduate in fucking. And if you don?t wipe that ugly look off of your face, I?m going to kill you, you piece of shit.?
    ?BITCH !?
    ?Take this!? A loud slap followed these words.
    ?TRASH!?
    For a moment there was silence, and then the room erupted.
    ? Look, look, the yellow bitch can?t fight her own battles!? screamed the Ruivinha whore when she saw Moreno girls crowd behind the other woman.
    ?Look behind you, cunt.? shouted the Moreno whore, pointing as Ruivinha women suddenly swarmed up.
    ?Come on, girls, let?s show them who?s the boss here!? And the two crowds of women clashed together with an infernal uproar of insults and curses. A third group, fearing to take part, fled in disorder, almost running over each other in trying to climb the stairways to the top floor, to get out the back door, or to hide in the kitchen or restrooms so that they wouldn?t get caught in the crossfire of a violent catfight.

  9. #9
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    Hey Cherrytree
    Thanks for your version much more readable as I had made a literal translation. Now the last word for MikeJV: or both versions on this forum or I send you the literal and you put the final here.
    I have a lot of the JTEdson's books and nearly all contain female fights . And your offer is very attractive. We can trade our missing fights.
    Where ? Here or I open a group only for those stories or we use mail? I think that again the word is to Mike. If he not interested that the stories appear here by copyright problems, we agree how and where.
    gerardesca

  10. #10
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    Gerardesca,

    If Mike doesn't want to provide a venue for Edson excerpts due to copywrite problems, we can use e-mail.

    For those who don't know about Edson, he is a British (I believe) writer of westerns, who regularly includes long, vivid, violent catfights, starring such women as Calamity Jane. He used to be widely available in the U.S., but only a few of his books seem to be in print now. I think that he may have died.
    He also has written other types of novels, none of which I have--and which I would like to see.
    Mike, another alternative: we could write summaries that would point to some of the better books, for Edson was very prolific and didn't always include catfights.

    E. F. Cherrytree

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